Repúdio ao Ataque Israelense a Flotilha da Liberdade.
Impossível terminar a semana sem comentar a violência com que Israel atacou a tripulação da frota de navios _ a Flotilha da Liberdade _ que levava ajuda humanitária a população da Faixa de Gaza e que resultou na morte de pelo menos nove ativistas (esse número pode ser ainda maior) e deixou vários feridos.
O bloqueio que Israel impõe aos palestinos de Gaza é tão bizarro que as autoridades se baseiam na quantidade mínima de nutrientes que um ser-humano precisa consumir para decidir o que pode e o que não pode entrar em Gaza e em qual quantidade. O objetivo é manter a população no limite da fome. Vale a pena ler por inteiro o artigo de Reginaldo Mattar Nasser _ Professor de Relações Internacionais da PUC-SP _ na Carta Maior, do qual eu reproduzo, aqui, um pequeno trecho: “Os produtos que Israel permite introduzir em Gaza têm mudado com o tempo, obrigando as organizações humanitárias a adivinhar o que é permitido ou não. Entre a ampla gama de produtos que atualmente estão proibidos se incluem marmelada, chocolate, madeira para moveis, sucos de frutas e produtos têxteis!!”
O conflito Israel/palestino, origens e desdobramentos, é muito complexo e certamente merece vários posts a respeito. Por hora eu termino com as imagens da manifestação de ontem, 04 de Junho, no vão livre do Masp, organizada pela comunidade islâmica de São Paulo, sindicatos de trabalhadores e movimentos sociais em repúdio à violência dos militares israelenses contra a Flotilha da Liberdade e ao bloqueio à faixa de Gaza.



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