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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

São Paulo: 456 Anos

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Há 456 anos alguns padres jesuítas acompanhados por poucos colonos portugueses e alguns indígenas fundaram a Vila de São Paulo de Piratininga, que séculos mais tarde, seria uma das maiores metrópoles do mundo. Mas a verdade é que por mais de 350 anos ela não passou de uma pequena vila que devia sua importância mais à localização estratégica _ a vila era a porta de entrada para o sertão _, que pela sua economia.

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Chovendo No Molhado

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Esta semana não foi fácil para quem vive em São Paulo. As chuvas não deram trégua. Provocaram alagamentos, deslizamentos de terra e, infelizmente, mortes. Nos noticiários as imagens dos congestionamentos, de rios e córregos transbordados, das famílias que perderam tudo e das dramáticas cenas de resgate são apresentadas como fatalidades. Idéia reforçada por jornalistas do “tempo” munidos de mapas e gráficos tentando explicar o que ou qual fenômeno causou tanta destruição, ou com prefeito e governador jogando a culpa na chuva, na população e no crescimento desordenado da cidade. Fatalidade?  São imagens de tragédias anunciadas e, por que não dizer, esperadas, que se repetem todos os anos.

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domingo, 17 de janeiro de 2010

Campanha Nota 10

nota zeroQuem já não justificou ter assistido um programa com a desculpa de que não tinha nada mais interessante passando na TV? A campanha Troque o BBB Por Um Livro _ #troqueoBBBporumlivro_, divulgada no Twitter, vai enfraquecer essa desculpa. 
Hoje eu não implico tanto com o Big Brother ou programas afins _ nem com quem acompanha esses programas _ como fazia antes. Tudo bem, ainda considero que é ruim, que é perda de tempo, mas não deixa de ser um entretenimento para milhões de telespectadores que se auto-anestesiam por alguns minutos das agruras do dia-a-dia.  Não deixa também, é claro, de ser uma boa fórmula _ importada já pronta das TVs estadunidenses _ para as emissoras ganharem dinheiro, o que elas sabem fazer muito bem.  Posso mudar de idéia,  mas hoje eu acredito que, por pior que seja o programa, sempre dá pra tirar alguma coisa que preste, mesmo que seja somente uma lição sobre o que não assistir. O engraçado é que passei a ser mais tolerante justamente depois que parei de assistir TV.
Quem acompanha o BBB-10 por falta de coisa melhor pra fazer, siga a sugestão do pessoal no Twitter e leia um livro. Pode ser muito mais interessante e faz bem para o cérebro. 
Participe e indique um livro!

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Ato em favor do PNDH-3, Hoje!


Companheiros queridos,
No dia 14, quinta-feira, haverá, em todo o Brasil, ações e atos a favor do 3o. Programa Nacional de Direitos Humanos.

Em São Paulo a ação será dividida em duas partes:

1. AO MEIO-DIA, em frente ao escritório da Presidência da República, esquina de av. Paulista com rua Augusta, protocolaremos uma carta ao presidente Lula, com os nossos argumentos e o pedido de uma audiência urgente. A Carta ainda está sendo escrita.

2. ÀS 18 HORAS, no auditório Vladimir Herzog, no Sindicato dos Jornalistas, na rua Rego Freitas, faremos o ato propriamente, com a presença de todas as entidades que apóiam o Programa e não aceitam a posição do ministro da Defesa, que pré-fabricou uma crise política e militar.

Lembro que uma das partes do programa mais questionadas é a da Comunicação, com a ANJ e Abert dizendo que somos contra a liberdade de expressão. É inacreditável o que está acontecendo.

       COMPAREÇAM.
       NÃO DEIXEM DE VIR.
       TRAGAM AMIGOS E COMPANHEIROS.

Se alguém tiver contatos com entidades, por favor, peça o apoio e nos avise. Ou nos passe o contato para fazermos o convite. Em outro e-mail mando as que já nos apóiam.

Um beijo a todos.

Rose Nogueira
GRUPO TORTURA NUNCA MAIS

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Zilda Arns – 1934 – 2010.

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Fonte da foto: Wikipédia
Um forte terremoto atingiu ontem (dia 12) o Haiti, deixando um cenário de destruição e morte neste país marcado por uma história de resistência e luta pela liberdade, mas também pela miséria, pela violência e pela anarquia politica e militar.  Nesta tragédia morreram, até agora, sete brasileiros e entre eles, Zilda Arns, que coordenava um trabalho humanitário.
Zilda Arns dedicou sua vida a Pastoral da Criança, que ajudou a fundar e que garantiu a sobrevivência de milhares de crianças carentes por todo o Brasil, e à Pastoral da Pessoa Idosa, da qual também era fundadora. Seu trabalho é reconhecido mundialmente e lhe rendeu diversas homenagens e condecorações ao longo da vida, entre elas, uma indicação ao prêmio Nobel da Paz em 2006. Foi também, ao lado do irmão, Dom Paulo Evaristo Arns, uma incansável defensora dos direitos humanos.
Uma grande perda para o Brasil e para o mundo.  

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O Que é o PNDH-3, Afinal?

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Quando publiquei o post sobre a péssima cobertura do PNDH-3  pela imprensa, que deveria informar e não explorar a desinformação, não levei em conta que muitos leitores não sabiam exatamente em que consistia esse Programa.
O PNDH é o resultado de um compromisso assumido pelo Brasil no Tratado de Viena durante a  Conferência Mundial Sobre Direitos Humanos de 1993. Trata-se de um programa plurianual elaborado por amplos setores da Sociedade Civil (movimentos sociais e entidades de classe) e setores governamentais que propõe diretrizes e metas a serem implementadas por políticas públicas voltadas para a consolidação dos direitos humanos. O programa em si não é auto-executável, como a mídia faz parecer. Para que cada uma das propostas entre em vigor é necessária a aprovação pelo Congresso Nacional. Os dois primeiros Programas, o PNDH-1 (1996) e o PNDH-2 (2002) foram elaborados no governo FHC. Não é  um plano de governo, mas um programa de Estado.
A falta de qualquer referência à Conferência Internacional dos Direitos Humanos, realizada em Dezembro, em São Paulo, na qual o governador José Serra se comprometeu a observar o Tratado de Viena, bem como o Programa Nacional do Direitos Humanos, deixa evidente a manipulação política  da notícia. É curioso como a mesma mídia que denuncia o PNHD-3 como uma tentativa do governo Lula de cercear a liberdade de expressão, parece não se preocupar com os os artigos 5.4 e 5.5 do  Programa Estadual de Direitos Humanos, aprovado pelo governador Mário Covas, quem também prevê o monitoramento dos meios de comunicação no tratamento dado as questões de direitos humanos.
Para aqueles que gostariam de mais informações recomendo alguns blogs que me serviram de referência.  É o caso do Blog do Nassif, do Arlesophia, do Política etc., e do JusBrasil.  Recomendo também um resumo dos pontos mais importantes do PNDH-3 postado no blog “Nosso Direito” por Mônica Filomena, além do site do Movimento Nacional de Direitos Humanos e, lógico, a íntegra do documento, que também pode ser baixado em pdf.  

<< O PNDH-3 e a Desinformação

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O PNDH-3 e a Desinformação dos Brasileiros

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Resposta ao comentário do Guilherme no post O PNDH-3 _ Programa Nacional de Direitos Humanos.
Não é ignorância nenhuma. A maioria dos brasileiros não tem muita chance de vir a saber o que é o Programa Nacional de Direitos Humanos. A maioria nem sabe exatamente o que são os Direitos Humanos, quais são eles e para que eles servem. Não é o tipo de debate que a grande imprensa tenha interesse em levantar.
O PNDH-3 é um documento com diretrizes norteadoras para as políticas de Estado elaborado pela Sociedade Civil organizada, representada por vários setores da sociedade, inclusive dos movimentos sociais, com articuladores de todos os ministérios do governo, ou pelo menos daqueles que quiseram participar. Não é exatamente um plano de governo, mas um programa de Estado.
Por exemplo: A educação é um dos direitos humanos, então o programa prevê diretrizes e metas para o desenvolvimento e o aprimoramento das políticas públicas para a educação. O mesmo vale para a saúde, segurança pública, trabalho, infância e por aí vai.
O que está sendo discutido agora é a terceira versão do PNDH. As outras duas foram elaboradas durante o governo FHC. O governo Lula, inclusive, seguiu _ no que foi possível dentro dos interesses do governo _ o PNDH-2 e o(a) próximo(a) presidente deve seguir os parâmetros do PNDH-3. Cada versão do programa avança um pouquinho em alguns pontos, quando toca em pontos sensíveis ao grupos acostumados a passar por cima dos Direitos Humanos ou a fazer sua própria interpretação a respeito deles, cria-se essa polêmica toda a fim de confundir a opinião pública. Claro que nem tudo o que está no programa tem condições de ser colocado em prática no curto prazo, mas já indicam uma direção a ser seguida pelo Estado rumo a consolidação do programa.

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sábado, 9 de janeiro de 2010

O PNDH-3 _ Programa Nacional de Direitos Humanos e o

PNDM

Recém aprovada pelo Presidente Lula, a terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos _ PNDH-3 _ já sofre pesados bombardeios por parte da mídia corporativa, empenhada em colocar a opinião pública contra o programa.
Primeiro a imprensa denunciou o risco de uma crise institucional entre governo e Forças Armadas porque  o trecho sobre o Direito à Memória e à Verdade supostamente abria a possibilidade e de se rever  a Lei da Anistia. Depois acusou o PNDH-3 de promover a violência no campo por dar legitimidade a movimentos sociais como o MST, chamados de criminosos pela senadora Kátia Abreu, do DEMO, no JN. Em seguida alertou para o cerceamento à liberdade de expressão, caso os artigos do Programa que prevêem o monitoramento dos meios de comunicação, e a punição destes em caso de desrespeito aos direitos humanos, não sejam modificados.  E não parou por aí. Ontem (06 de Janeiro), no Jornal da Globo, William Wack perguntava ao telespectador: Quem nos defenderá daqueles que dizem defender os direitos humanos?  Diante do noticiário algum telespectador incauto pode ter concluído: _ "Esse pessoal dos direitos humanos é gente muito perigosa"!
A mídia não cobriu as discussões em torno do PNDH-3, concluído após um amplo processo de consulta à sociedade civil, nem procurou informar o telespectador sobre sua história. Menos ainda que para virar lei, cada item do programa precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional. Um verdadeiro programa nacional de desinformação. 

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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Lula: Um Brasileiro

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Finalmente assisti “Lula: O Filho do Brasil” (trailer), de Fábio Barreto. Não vou me aventurar aqui a escrever uma crítica sobre o filme, essa não é a minha praia, mas posso dizer que gostei. Não é um filme político, não promove o culto a personalidade e nem é o filme do Presidente Lula, como gostam de dizer por aí, e sim sobre a vida de Luiz Inácio da Silva, tendo como pano de fundo a pobreza do sertão nordestino, a vida difícil nos bairros precários e violentos da periferia e a repressão do Regime Militar.
O filme me ajudou a entender melhor o fenômeno Lula. Mais que um grande orador ele é retratado como um líder pragmático, para quem os objetivos a serem alcançados estavam acima dos interesses ideológicos. Num de seus discursos ele diz que “trabalhador não é de esquerda nem de direita. O que ele quer é levar o sustento para casa, só isso”.
Na saída do cinema algumas pessoas comentavam que o filme é fraco, que poderia ter explorado melhor um aspecto ou outro. Pode ser. Mas acho que o público à quem o filme se dirige talvez não sinta falta de nada disso. Falo dos operários que compartilharam da mesma luta que ele e dos milhões de migrantes e descendentes que mantém viva na memória fuga da miséria e a difícil adaptação à cidade grande, dificuldades enfrentadas graças a esperança de uma vida melhor. E “Lula: O Filho do Brasil”, é um filme sobre a esperança. O título não poderia ser mais verdadeiro. Lula é, de fato, o filho de um Brasil que se apoiou na exclusão social como base para o seu desenvolvimento, mas que agora, sob seu governo, parece querer mudar.

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Promessa de Campanha é Dívida. Mas Quem paga?

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O prefeito Gilberto Kassab mostrou ser um homem de palavra. Pelo menos no que diz respeito a uma de suas promessas de campanha. Na ocasião prometeu, se eleito, manter a tarifa do ônibus em R$2,30 por dois anos. Levou a prefeitura e, como promessa é dívida _  neste caso a dívida foi com os empresários do setor _ os 7 milhões de paulistanos que utilizam o transporte coletivo todos os dias tiveram que pagá-la hoje com um reajuste de 17,4%, bem acima da inflação. É a tarifa mais cara do Brasil!
A manutenção do preço da passagem não foi resultado de uma política séria para o transporte coletivo e sim um acordo de conveniência entre o PSDB/DEMO e os empresários, dispostos a fazer qualquer concessão a permitir mais um mandato à Marta Suplicy, para quem o interesse da população esteve acima do interesse das empresas.
Esse acordo saiu caro para a prefeitura _ que desembolsou, só em 2009, quase quatrocentos milhões de Reais em subsídios para o transporte público _ e, mais ainda, para os usuários. Apesar de todo esse montante doado às empresas, o serviço só fez piorar. Quem utiliza ônibus, principalmente na periferia _ como os passageiros do coletivo superlotado da foto acima _ sentiu na pele os efeitos daquilo a prefeitura chama de “adequação à demanda”, que na prática significa a extinção de linhas e a redução da frota em circulação.
O resultado é que as ruas se enchem de carros, áreas verdes dão lugar a estacionamentos, vias marginais avançam sobre os rios que, quando chove, avançam sobre a cidade, enquanto os congestionamentos ultrapassam, há tempos, o limite do tolerável. Esse é o preço que a sociedade paga pelas escolhas que faz. Pensando bem, o preço é alto demais.

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Destruição

Antes e Depois

O rio Paraitinga aos poucos retorna ao seu leito natural deixando para traz uma paisagem de destruição. Olhando as duas fotos acima é difícil acreditar que  são do mesmo lugar. A foto do alto foi tirada em 2006, durante minha passagem pela cidade. Nela pode-se ver a praça da Igreja Matriz e o casario do século XIX que a cerca. É possível ainda ver um filete do rio Paraitinga ao fundo à direita, entre a vegetação e os telhados dos casarões. Abaixo a imagem da mesma praça registrada pelo helicóptero de  uma emissora de TV. Onde antes se erguia o imponte conjunto arquitetônico formado pela Igreja e os sobrados dos tempos do café, agora há só escombros.
São Luiz do Paraitinga perdeu 80% do Centro Histórico. Algumas construções que resistiram a força das águas estão condenadas, pois a maioria é construída em taipa, ou seja, de barro; É o caso do sobrado amarelo, assinalado com um X vermelho, que pode ser visto nas duas fotos. Diante dele a praça em ruinas.
Ainda é cedo para saber o que pode ser recuperado e como esse trabalho poderá ser feito. A julgar pelos primeiros pronunciamentos da prefeita de São Luiz e do governador José Serra, ambos do PSDB, a idéia é reconstruir a cidade da mesma maneira como ele era antes. Esse parece ser o desejo dos luizenses. E meu também.  Que assim seja.

São Luiz do Paraitinga Pede Socorro
São Luiz do Paraitinga Pede Socorro II

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domingo, 3 de janeiro de 2010

São Luiz do Paraitinga Pede Socorro - II

Patrimônio 1
São Luiz do Paraitinga Pede Socorro I
São luiz do Paraitinga: Destruição

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São Luiz de Paraitinga Pede Socorro!

São Luiz do Paraitinga

A bela e acolhedora São Luiz do Paraitinga (sites 1 e 2), onde nasceu o médico e sanitarista Oswaldo Cruz, cidade das ladeiras, dos calçamentos de pedras assentadas por escravos, da festa do Saci e do Carnaval (que eu tive a oportunidade de conhecer em 2006 quando tirei as fotos acima) foi duramente castigada pelas chuvas que caem desde o dia 1º.
A situação da cidade é dramática. A igreja Matriz (no centro e abaixo, à direita), construída no século XIX; a capela das Mercês (na cor amarela, à direita) de meados do século XVIII e outros cinco casarões, patrimônios Históricos de valor inestimável, desabaram (vídeo 1) sob a força das águas (vídeo 2). O Rio Paraitinga, que corta a cidade (abaixo à esquerda na foto), subiu mais de dez metros, inundando a maior parte do centro histórico, formado por construções seculares, e desabrigando praticamente todos os moradores. Pior que a perda de um patrimônio histórico é a perda de vidas humanas e o sofrimento dos desabrigados. Municípios próximos como Cunha _ também uma cidade turística  _ , e Taubaté estão em estado de calamidade pública.
A Defesa Civil montou postos para a arrecadação de alimentos, colchões, agasalhos, lanternas, fósforos e principalmente água no Parque Jardim das Nações, na Rua Espanha, s/nº, em Taubaté. Uma rede de solidariedade também se espalhou entre os internautas através do Twitter  (uma delas aqui), onde é possível conseguir informação sobre como ajudar e acompanhar os trabalhos de resgate.


São Luiz do Paraitinga Pede Socorro II
São Luiz do Paraitinga: Destruição

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