O Enrola e Desenrola da Atribuição de Aulas Em S. Paulo
Mais uma vez o processo de atribuição de aulas para as escolas estaduais de São Paulo foi marcado por confusões, reviravoltas e incertezas quanto ao início das aulas.
Essa novela teve início no final de 2008 quando a Secretaria de Educação de São Paulo decidiu mudar as regras para a contratação dos professores temporários, que hoje, pela falta de concursos públicos, correspondem a mais de 40% do total dos professores da rede pública paulista. Para isso Instituiu um processo de seleção baseado na aplicação de uma prova aos candidatos. Até então o critério para a contratação e a escolha das aulas era o tempo de serviço, ou a quantidade de aulas dadas ao longo da carreira. Quanto mais tempo na rede, melhor a classificação para escolher as aulas. Pela nova regra seria a nota da prova, e não o tempo de serviço, que contaria pontos para a classificação. A prova chegou a ser realizada, mas como não havia previsão legal para sua aplicação o sindicato dos professores do estado, a APEOESP, conseguiu sua anulação na justiça.
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